Barumba
(j.p. maunick)
Barumba
Barumba
Barumba
Barumba
Onde e espirito danca esta vivo e alegre?
Barumba
Onde e que rola em londres o som da pesada?
Barumba
Onde e que a festa rola e as meninas dao bola?
Barumba
Onde e que a galera chega junto e comemora?
Barumba
Do be-bop ao new-hop onde e que se ouve?
Barumba
E cade o som da pesada em londres?
Barumba
Onde e que o som e livre alegre batucada?
Barumba
Why dont you come with me tonight, where the rythm is unchained
And spirit of the dance is still alive
song performed by by Incognito

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Barumba (Daniel Maunick's Mix)
J.P. Maunick)
Barumba
Barumba
Barumba
Barumba
Onde e espirito danca esta vivo e alegre?
Barumba
Onde e que rola em londres o som da pesada?
Barumba
Onde e que a festa rola e as meninas dao bola?
Barumba
Onde e que a galera chega junto e comemora?
Barumba
Do be-bop ao new-hop onde e que se ouve?
Barumba
E cade o som da pesada em Londres?
Barumba
Onde e que o som e livre alegre batucada?
Barumba
Why don't you come with me tonight, where the rythm is unchained
And spirit of the dance is still alive
English translation/interpretation of Barumba
(This translation is made by Joao Berger. If you have any comments, send me a note. Note: Barumba is the name of a club in London.)
> Onde e espirito danca esta vivo e alegre?
> Barumba.
Where does the spirit dance? Where is it alive and happy?
Barumba
> Onde e que rola em londres a som da pesada?
> Barumba.
Where in London is the fat sound played?
Barumba
> Onde e que a festa rola e as meninas dao bola?
> Barumba.
Where does the party swing and the girls are receptive? =)
Barumba
> Onde e que a galera chega junto e come mora?
> Barumba.
Where does the gang meet and celebrate?
Barumba
> Do be-bop ao new-hop onde e que se ouve?
> Barrumba.
From be-bop to new-hop where can you hear it?
Barumba
> E cade o som de pesada em londres?
> Barumba.
And where is the fat sound in London?
Barumba
> Onde e que o som e livre alegre e batucada?
> Barumba.
Where is the sound free, joyful and batucada (beats).
Barumba
song performed by by Incognito

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English Translation/interpretation Of Barumba
(this translation is made by joao berger. if you have any comments, send me a note. note: barumba is the name of a club in london.)
> onde e espirito danca esta vivo e alegre?
> barumba.
Where does the spirit dance? where is it alive and happy?
Barumba
> onde e que rola em londres a som da pesada?
> barumba.
Where in london is the fat sound played?
Barumba
> onde e que a festa rola e as meninas dao bola?
> barumba.
Where does the party swing and the girls are receptive? =)
Barumba
> onde e que a galera chega junto e come mora?
> barumba.
Where does the gang meet and celebrate?
Barumba
> do be-bop ao new-hop onde e que se ouve?
> barrumba.
From be-bop to new-hop where can you hear it?
Barumba
> e cade o som de pesada em londres?
> barumba.
And where is the fat sound in london?
Barumba
> onde e que o som e livre alegre e batucada?
> barumba.
Where is the sound free, joyful and batucada (beats).
Barumba
song performed by by Incognito

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Onde Ests
Onde Estas
Nelly Furtado
(Whoa Nelly!)
Nas horas do dia
Nas horas do dia
Espero a noite
Espero a noite
Nas horas do dia
Nas horas do dia
Espero a noite
Espero a noite
Vejo as ondas
A pasar pelo mar
Vejo as ondas
A pasar pelo mar
La, la, la
La, la, la, la
Nas horas do dia
Nas horas do dia
Espero a noite
Espero a noite
Nas horas do dia
Nas horas do dia
Espero a noite
Espero a noite
Vejo estrelas gritar
Seu nome pelo ar
Vejo estrelas gritar
Seu nome pelo ar
La, la, la
La, la, la, la
Nas horas do dia
Nas horas do dia
Feixo meus olhos
Feixo meus olhos
Vou pelos campos
A perguntar onde estas
Vou pelos campos
A perguntar onde estas
Onde estas
Onde estas
Onde estas
Ondes estas
song performed by by Nelly Furtado

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Onde Estas
Nas horas do dia
Nas horas do dia
Espero a noite
Espero a noite
Nas horas do dia
Nas horas do dia
Espero a noite
Espero a noite
Vejo as ondas a passar pelo mar
Vejo as ondas a passar pelo mar
Mar mar
Nas horas do dia
Nas horas do dia
Espero a noite
Espero a noite
Nas horas do dia
Nas horas do dia
Espero a noite
Espero a noite
Vejo estrelas gritar seu nome pelo ar
Vejo estrelas gritar seu nome pelo ar
Mar mar
Nas horas do dia
Nas horas do dia
Fiexo meus olhos
Fiexo meus olhos
Vou pelos campos a perguntar onde ests
Vou pelos campos a perguntar onde ests
Onde ests
Onde ests
Onde ests...
song performed by by Nelly Furtado

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La Chanson Du Malaime
Un soir de demi-brume à Londres
Un voyou qui ressemblait à
Mon amour vint à ma rencontre
Et le regard qu'il me jeta
Me fit baisser les yeux de honte
Je suivis ce mauvais garçon
Qui sifflotait mains dans les poches
Nous semblions entre les maisons
Onde ouverte de la mer Rouge
Lui les Hébreux moi Pharaon
Qui tombent ces vagues de briques
Si tu ne fus pas bien aimée
Je suis le souverain d'Egypte
Sa sœur-épouse son armée
Si tu n'es pas l'amour unique.
poem by Guillaume Apollinaire

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Um Rumo Diferente
Em tempos tão críticos...
Sucedem-se os debates políticos
Mais os 'Frente a Frente'
E as várias Entrevistas
Que surpreendem toda a gente.
O povo estupefacto, desanimado,
Incrédulo, desconfiado,
Interroga-se: 'Como assim? ! '
Onde estão a transparência,
Civismo, verdadeira ética,
Em toda esta dialéctica?
Precisamos de competente liderança,
Transparente gestão e confiança,
Solidariedade, trabalho, cooperação,
P'ra erguermos a nova Nação!
(Fevereiro 2010)
poem by Maria C. Costa

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Para você Marcela! ! !
Somos, filha, o passado
e eu estou exatamente onde
você me colocou.
Não dei um passo a frente
tentei, mas não consegui
e ficou esta marca
A minha partida
não foi de corpo
foi de alma
E a sua permanência
não demorou em lhe
cobrar!
Sinto muito! Já não estava mais perto
gostaria de voltar inteira
mas quebrou o que jamais
poderia ser quebrado
Derramarram e profanaram
o que nos era sagrado
E, quando olho para frente
apenas é um anúncio
do que sempre foi
Minha dor,
sua dor
nossas dores!
poem by Mirna Morgan

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Herrens Bøn
Læs Aften og Morgen dit Fadervor!
„Vor Fader i Himlen unævnelig stor!
Dit hellige Navn os i Hjerterne groe,
Lad ind i dit Rige os bygge og boe,
Din Villie raade i Liv og i Død,
Du vil os give vort daglige Brød,
Forlad os vor Skyld, som vi dem forlade,
Der skulde os takke og ikke hade,
Hold Fristelsen fra os, dens Synd og Last,
Frels os fra det Onde, hold Du os fast;
Thi dit er Riget og Magten og Æren,
I Jesu Navn og vor evige Væren!"
poem by Hans Christian Andersen

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Linhas
Meu Amor
Por favor!
Você pode me devolver Aquela Sombra?
Nublava seus olhos
Talvez tenha esquecido onde guardou.
Está bem aqui!
Obscureceu tanto, encantou tanto
Que não vês!
Sombra pequena, curva
Linha Pálida
que tu vias entre meus seios!
Lembra?
Era o seu Equador
Mais acima, semi-Sahara
mais abaixo Tropical
A sua topografia desenhada em mim!
A minha geografia!
guardada em seus olhos
Sou sua linha que une dois pontos
Linha férea, que leva e trás
Sou limite de águas
Linha comum a duas superfícies
Eu sou
Os caminhos marcados na palma de sua mãos!
poem by Mirna Morgan

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Interrogo-me...
Dizem que os meus versos
veiculam serenidade, paz, harmonia.
Mas interrogo-me: há nesse pensar
alguma fantasia? Um pouco de ousadia?
Como é possível equilibrarmos
o permanente ruído interior
onde perpassam alegrias e dor?
Será a companhia divina? Será por amor?
Acreditamos que, daqueles ruídos
ao silêncio posterior,
continuamos a percorrer o caminho,
iluminado aqui e além,
com algumas sombras, porém,
e sempre a protecção do Senhor!
(Maio 2010)
poem by Maria C. Costa

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Ô naturel désir...
Ô naturel désir pour l'homme être roi
On est revêtu de la carte de son royaume
Les fleuves sont des épingles d'acier semblables à tes veines où roule l'onde trompeuse de tes yeux
Le cratère d'un volcan qui sommeille mais n'est pas éteint
C'est ton sexe brun et plissé comme une rose sèche
Et les pieds dans la mer je fornique un golfe heureux
C'est ainsi que je l'aime la liberté
Et je veux qu'elle seule soit la loi des autres
Mais je suis l'ennemi des autres libertés
poem by Guillaume Apollinaire

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Hylas
_Au chevalier de Pange._
Le navire éloquent, fils des bois du Pénée,
Qui portait à Colchos la Grèce fortunée,
Craignant près de l'Euxin les menaces du Nord,
S'arrête, et se confie au doux calme d'un port.
Aux regards des héros le rivage est tranquille;
Ils descendent. Hylas prend un vase d'argile,
Et va, pour leurs banquets sur l'herbe préparés,
Chercher une onde pure en ces bords ignorés.
Reines, au sein d'un bois, d'une source prochaine,
Trois naïades l'ont vu s'avancer dans la plaine.
Elles ont vu ce front de jeunesse éclatant,
Cette bouche, ces yeux. Et leur onde à l'instant
Plus limpide, plus belle, un plus léger zéphire,
Un murmure plus doux l'avertit et soupire.
Il accourt. Devant lui l'herbe jette des fleurs;
Sa main errante suit l'éclat de leurs couleurs;
Elle oublie, à les voir, l'emploi qui la demande,
Et s'égare à cueillir une belle guirlande.
Mais l'onde encor soupire et sait le rappeler.
Sur l'immobile arène il l'admire couler,
Se courbe, et, s'appuyant à la rive penchante,
Dans le cristal sonnant plonge l'urne pesante.
De leurs roseaux touffus les trois nymphes soudain
Volent, fendent leurs eaux, l'entraînent par la main
En un lit de joncs frais et de mousses nouvelles.
Sur leur sein, dans leurs bras, assis au milieu d'elles,
Leur bouche, en mots mielleux où l'amour est vanté,
Le rassure et le loue et flatte sa beauté.
Leurs mains vont caressant sur sa joue enfantine
De la jeunesse en fleur la première étamine,
Ou sèchent en riant quelques pleurs gracieux
Dont la frayeur subite avait rempli ses yeux.
'Quand ces trois corps d'albâtre atteignaient le rivage,
D'abord j'ai cru, dit-il, que c'était mon image
Qui, de cent flots brisés prompte à suivre la loi,
Ondoyante, volait et s'élançait vers moi.'
Mais Alcide inquiet, que presse un noir augure,
Va, vient, le cherche, crie auprès de l'onde pure:
'Hylas! Hylas!' Il crie et mille et mille fois.
Le jeune enfant de loin croit entendre sa voix;
Et du fond des roseaux, pour le tirer de peine,
Lui répond une voix non entendue et vaine.
De Pange, c'est vers toi qu'à l'heure du réveil
Court cette jeune idylle au teint frais et vermeil.
Va trouver mon ami, va, ma fille nouvelle,
Lui disais-je. Aussitôt, pour te paraître belle,
L'eau pure a ranimé son front, ses yeux brillants;
D'une étroite ceinture elle a pressé ses flancs;
Et des fleurs sur son sein, et des fleurs sur sa tête,
Et sa flûte à la main, sa flûte qui s'apprête
A défier un jour les pipeaux de Segrais,
Seuls connus parmi nous aux nymphes des forêts.
poem by Andre Marie de Chenier

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Bailando/ Aquatic Park
Bailando, bailando
Bailando alegre, la muneca!
Bailando, bailando
Bailando alegre!
Bailando, bailando
Bailando alegre, la muneca!
Bailando, bailando
Bailando alegre!
Aquatic park:
Woke up this mornin
The sun was shinin
You were on my mind
And I knew right then and there
My life would be filled with happiness and joy
And oh, what a feelin, God almighty
song performed by by Santana

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Le Socle
L’Amour qui souriait en son bronze d’or clair
Au centre du bassin qu’enfeuille, soir à soir,
L’automne, a chancelé en se penchant pour voir
En l’onde son reflet lui rire, inverse et vert.
Le prestige mystérieux s’est entr’ouvert ;
Sa chute, par sa ride, a brisé le miroir,
Et dans la transparence en paix du cristal noir
On l’aperçoit qui dort sous l’eau qui l’a couvert.
Le lieu est triste ; l’if est dur ; le cyprès nu.
L’allée au loin s’enfonce où nul n’est revenu
Dont le pas à jamais vibre au fond de l’écho ;
Et, de l’Amour tombé du socle qu’il dénude,
Il reste un bloc égal qui semble le tombeau
Du songe, du silence et de la solitude.
poem by Henri de Regnier

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L'Odeur
Si tu songes l’Amour, si tu rêves la Mort,
Si ton miroir est trouble à te sourire, écoute
Les feuilles, feuille à feuille, et l’onde, goutte à goutte,
Tomber de la fontaine et de l’arbre. Tout dort.
La rose de septembre et le tournesol d’or
Ont dit l’été qui brûle et l’automne qui doute ;
Le bosquet s’entrelace et la grotte se voûte,
Le dédale et l’écho te tromperaient encor.
Laisse l’allée oblique et le carrefour traître
Et ne regarde pas à travers la fenêtre
Du pavillon fermé dont la clef est perdue.
Silence ! L’ombre est là ; viens respirer plutôt,
Ainsi que les hermès et les blanches statues,
L’amère odeur du buis autour des calmes eaux.
poem by Henri de Regnier

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Le Bassin vert
Son bronze qui fut chair l’érige en l’eau verdie,
Déesse d’autrefois triste d’être statue ;
La mousse peu à peu couvre l’épaule nue,
Et l’urne qui se tait pèse à la main roidie ;
L’onde qui s’engourdit mire avec perfidie
L’ombre que toute chose en elle est devenue,
Et son miroir fluide où s’allonge une nue
Imite inversement un ciel qu’il parodie.
Le gazon toujours vert ressemble au bassin glauque.
C’est le même carré de verdure équivoque
Dont le marbre ou le buis encadrent l’herbe ou l’eau.
Et dans l’eau smaragdine et l’herbe d’émeraude,
Regarde, tour à tour, errer en ors rivaux
La jaune feuille morte et le cyprin qui rôde.
poem by Henri de Regnier

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La Rampe
La double rampe, auprès du bassin que surplombe
La terrasse de marbre où le buis nu serpente,
Incurve sa montée et courbe sa descente,
Et de la vasque en pleurs sanglote l’eau qui tombe.
La corneille criarde et la blanche colombe
Alternent, l’une rauque et l’autre gémissante ;
Chaque cyprès, le long de cette double pente,
Figure un cippe noir d’où le lierre retombe.
Si tu descends à gauche et si je monte à droite,
Nous verrons tous les deux, en l’onde dont miroite
La patine d’or vert qu’éteint le crépuscule,
Toi, la Déesse en fuite et moi le Dieu discret,
Statue en marche qui s’avance ou qui recule,
Glisser inversement de cyprès en cyprès.
poem by Henri de Regnier

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Vérone
O Vérone ! cité de vengeance et d’amour,
Ton Adige verdi coule une onde fielleuse
Sous ton pont empourpré, dont l’arche qui se creuse
Fait l’eau de bile amère et de sang tour à tour !
Le dôme, le créneau, la muraille, la tour,
Le cyprès dur jailli de la fente argileuse,
Et tes tombeaux guerriers et ta tombe amoureuse
Te parent orgueilleusement d’un noble atour.
C’est en vain que plus tard ta Sœur adriatique,
Dans la rouge paroi de ton palais de brique,
Incrusta son lion de pierre comme un sceau ;
Son grondement ailé s’est tu dans l’air sonore
Où roucoule toujours et se lamente encore
La colombe plaintive et chère à Roméo.
poem by Henri de Regnier

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Sonnet 02
II
Donna leggiadra il cui bel nome honora
L'herbosa val di Rheno, e il nobil varco,
Ben e colui d'ogni valore scarco
Qual tuo spirto gentil non innamora,
Che dolcemente mostra si di fuora
De suoi atti soavi giamai parco,
E i don', che son d'amor saette ed arco,
La onde l' alta tua virtu s'infiora.
Quando tu vaga parli, O lieta canti
Che mover possa duro alpestre legno,
Guardi ciascun a gli occhi ed a gli orecchi
L'entrata, chi di te si truova indegno;
Gratia sola di su gli vaglia, inanti
Che'l disio amoroso al cuor s'invecchi.
poem by John Milton

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Sottovoce
Solo le sue lacrime dolci faceva gustare alla gente che la circondava. Soltanto sottovoce sapeva parlare quando voleva chiedere qualcosa. Qualcosa semplice di solito, una domanda da bambina. Persino le cose che noi altri le diciamo gridando, lei le diceva sottovoce come se parlasse a se stessa.
E fu cosi anche quell'estate per una volta ancora. Neppure il suo 'grido' di aiuto nessuno ha mai udito su quelle spiagge addormentate che riposavano vuote e stanche dalle orme lasciate dai piccini vicino ai loro enormi castelli che il vento trasformava in sabbia e con se' li portava via lontano.
Fu gelosa per una sola volta anche lei. Gelosa di quel volo, quell andar via lontano della sabbia mentre senza capirlo si allontanava dalla riva tenendo sempre lo sguardo fisso su quelle nuvolette cosi' libere! Sentiva un piccolo dolore, una tristezza, perche' non era anche lei cosi leggera da poter spiccare un volo simile.
Cosi' il suo appello non lo senti' proprio nessuno. Solo le onde che la circondavano e l'abbracciavano stretta stretta con le loro braccia celesti e tiepide. Le parse d'essere accolta da una compagnia di bambini che la invitava a giocare. Voleva bene ai bambini e con tutto il cuore si fece portar via dalle quelle onde. Sorridendo gli chiese sempre sottovoce: - Allora, voi dove andate? Portatemi con voi!
Non ci fu neanche una goccia di mare a rifiutarle la sua compagnia...
Si fece sera un po piu' tardi. Il vento si calmo' e la spiaggia era di nuovo pronta ad accogliere i castelli del giorno dopo...
poem by Alexandros Filippakis

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